sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

picando o ponto



Inicia-se uma série de 'pontos', nem sempre serão as 'curtas' delas, daí o nome diferente.
Espero dar-lhes continuidade.

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Estive no 'estrangeiro' 5 dias. O sítio do costume nesta altura do ano, as pessoas de sempre, cada vez mais. Nesta edição já is nas 1600. De todas as nacionalidades.
Falei, profissional e socialmente com gente de todo o mundo. Não houve uma alma que se referisse 'à' gripe.
Não vi títulos de jornais, aberturas de noticiários, nada, que a isso se referissem.
Teremos nós tugas tão pouco em que pensar, tão pouco com que nos preocuparmos, para lhe darmos os contornos de calamidade pública a que assistimos?

*
Tenho uma filha de 4 (quase 5) anos que diz coisas do género:
'mãe, é assim uma coisa tipo, uma gruta...'
'não quero vestir este casaco faz-me impressão'
'pode lavar com esse, serve perfeitamente'

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

anyone?



Não sei se ria se chore...



Notícia tirada daqui.

segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Completamente



off topic

e sem qualquer base de sustentação a não ser o meu empirismo.
Eu sei que a actual política agrícola tem as suas raízes na necessidade pós II Guerra de reabilitar a agricultura europeia. Que (maus) hábitos são muito difíceis de erradicar. Que os chamados 'direitos adquiridos' são vacas sagradas.
Mas, pergunto eu, que, por circuntstâncias da vida, tenho como amigos jovens (e já não tão jovens) empresários e agricultores, por que raio hão-de os jovens agricultores fazer as contas à vida só por metade?
Eu explico, se algum jovem urbano, citadino, empreendedor (como agora se diz) tem uma ideia de negócio e a quer concretizar não tem, à partida, nenhuma garantia de que o seu plano seja bem sucedido.
Por outro lado, se um agricultor quiser plantar um olival, iniciar uma exploração de porcos ou uma seara, só tem de se preocupar com metade das coisas. Pode chegar a ter metade do dinheiro à cabeça e x por cada porco, espiga ou oliveira.

Na minha modesta opinião é um sistema viciado, muito injusto e com o qual fico encaganitada cada vez que contacto com os chamados 'jovens agricultores' que não fazem a menor ideia do que é arriscar tudo o que se tem sem ter garantia de nada.

Prontes, era aqui uma coisa que me estava atravessada.

quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Dúvida



Colegas e amigas mães de gajinhas entre os 4/5 e os 11/12.
As vossas ricas filhas também andam possuídas de uma fúria de coleccionar e trocar 'autocolantes'?

Por cá começou antes do Verão, discretamente.
Agora é o descalabro. No nosso tempo tínhamos colecções de cromos. Elas agora têm micas onde colam indiscriminadamente autocolantes das Wink, de animais, de gelado, de corações, de letras. E trocam-nos umas com as outras. Sem critério aparentemente nenhum.

Os mais cobiçados são os da Accesorize, mas os dos chineses também servem.

É só para saber...

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

ressaca



... de tanta campanha, de tanta notícia, de tão pouca mudança.
... de um mês a pôr as coisas 'nos eixos' a completar horários, a comprar materiais.
... na carteira depois de as calçar de novo (que raio, os pés crescem tão rápido no Verão).
... de antecipação de uma nova modalidade de festa de anos.
... da própria festa.

... e agora este tempo que baralha o relógio biológico.
... e agora a campanha e as politiquices da escola.
... e agora ... e agora


(sinto-me um bocado como o Chapeleiro da Alice, sempre a correr, a correr)

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

11

Só que não há limite. Aliás, the sky's the limit.
E sinto cada vez mais isso, as asas a crescer, a ânsia de voar...
Estamos a organizar 'a noitada' para sábado.
E não me posso esquecer de comprar meias brancas grossas
para começar com as pontas amanhã.
E faz hoje 11 anos que o Saramago ganhou o Nobel.
E faz hoje 11 anos que me tornei mãe.

quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Quem me manda



ter a mania que quero participar e opinar e ajudar? E ainda pensar que posso ter um contributo válido.
Compro guerras que na verdade não me interessam nada e ainda acabo como candidata a Presidente da Associação de Pais.
A ver vamos como dizia o ceguinho.

* Fui contagiada por todo este espírito eleitoral, só pode...