Inicia-se uma série de 'pontos', nem sempre serão as 'curtas' delas, daí o nome diferente.
Espero dar-lhes continuidade.
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Estive no 'estrangeiro' 5 dias. O sítio do costume nesta altura do ano, as pessoas de sempre, cada vez mais. Nesta edição já is nas 1600. De todas as nacionalidades.
Falei, profissional e socialmente com gente de todo o mundo. Não houve uma alma que se referisse 'à' gripe.
Não vi títulos de jornais, aberturas de noticiários, nada, que a isso se referissem.
Teremos nós tugas tão pouco em que pensar, tão pouco com que nos preocuparmos, para lhe darmos os contornos de calamidade pública a que assistimos?
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Tenho uma filha de 4 (quase 5) anos que diz coisas do género:
'mãe, é assim uma coisa tipo, uma gruta...'
'não quero vestir este casaco faz-me impressão'
'pode lavar com esse, serve perfeitamente'
