quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

picando o ponto



Um

Lendo este artigo, fiquei a saber um bocadinho mais sobre o fenómeno 'Twilight'.
A mais velha sabe o que é, mas não lhe deu para ler (são muitos livros, muito grossos).
Eu gostei muito do Drácula de Bram Stoker. Achei-o mesmo arrepiante.
Não me parece que a versão delicodoce me entusiasmasse.


Dois

A GripÁ lá de casa.
A mais velha. Febril e com dores de cabeça no Domingo e Segunda. Febrão na Terça. Febril ontem de manhã.
Semaninha em casa. Ignorância quanto ao vírus.
Fiquei a saber que, nela, febres altas devem ser acompanhadas de controle da frequência cardíaca e que, por cada grau a mais na temperatura, é normal ter cerca de mais 10 batimentos/minuto.


Três

Boraí experimentar estes links:

Máquina de Quadrinhos

Turma da Mônica Jovem

Com tantos miúdos a ficar em casa, é preciso ideias para os distrair.
(via Ciberescritas)

segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

sou tanto assim...




Nesta crónica PRD (d)escreve muito do que eu (me)sinto.
Embora já não me entenda com agendas. nem Filofax nem outras. Embora trate os meus pais por 'tu', mas as minhas filhas tratam-me por 'você'.

Existirá tal coisa como 'conservador, liberal-social'?.


terça-feira, 17 de Novembro de 2009

picando o ponto



Hoje negociei um almoço de sushi por uma ida (um pouco) mais tranquila às análises. A minha filha mais velha, que não gosa de saladas e de muito poucas frutas, é completamente fã. De sushi.

Ontem a lista para a qual me convidaram foi eleita para os Orgãos da Associação de Pais. De uma escola de 2º e 3º ciclos e secundário. É um bocadinho mais de sarna para me coçar...

Por falar em comichões, hoje há ue fazr tratamento antiparasitário (eufemismo) às duas mais novas.

Para finalizar, os resultados das análises que fui buscar continuam a dar valores abaixo da média, depois de 2 meses a tomar ferro. Estou curiosa em relação à consulta de mais logo à tarde.

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

picando o ponto



Dei-me conta que a F tinha consulta de rotina no HDE no mesmo dia de um teste. Falei com a médica, que me disse para não desmarcar a consulta pois teria de a marcar só para o ano. Os médicos estão a ter de desmarcar consultas para dar apoio nas enfermarias e no 'pavilhão da gripe'.
Fui lá, levei os dados mais recentes da miúda. A médica passou a requisição das análises necessárias. Irei lá com ela na terça-feira,só fazer a colheita. Depois a médica telefona-me informando se é necessário alterar alguma coisa na terapêutica ou não.
Às vezes fico fã do serviço público.


No carro.
C - V. porque é que levas 3 óculos de sol para a escola? É para os namorados?
V - (gargalhada) P'ós namorados, achas?!!
F - Quem são os teus namorados?
V -O pai, o A, o A (nome diferente), o D
C - E a I! Sabo porquê, mãe?
Eu - Não, porque são muito amigas?
C - Porque já deram um beijinho na boca
...

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

picando o ponto



Inicia-se uma série de 'pontos', nem sempre serão as 'curtas' delas, daí o nome diferente.
Espero dar-lhes continuidade.

*
Estive no 'estrangeiro' 5 dias. O sítio do costume nesta altura do ano, as pessoas de sempre, cada vez mais. Nesta edição já is nas 1600. De todas as nacionalidades.
Falei, profissional e socialmente com gente de todo o mundo. Não houve uma alma que se referisse 'à' gripe.
Não vi títulos de jornais, aberturas de noticiários, nada, que a isso se referissem.
Teremos nós tugas tão pouco em que pensar, tão pouco com que nos preocuparmos, para lhe darmos os contornos de calamidade pública a que assistimos?

*
Tenho uma filha de 4 (quase 5) anos que diz coisas do género:
'mãe, é assim uma coisa tipo, uma gruta...'
'não quero vestir este casaco faz-me impressão'
'pode lavar com esse, serve perfeitamente'

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

anyone?



Não sei se ria se chore...



Notícia tirada daqui.

segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Completamente



off topic

e sem qualquer base de sustentação a não ser o meu empirismo.
Eu sei que a actual política agrícola tem as suas raízes na necessidade pós II Guerra de reabilitar a agricultura europeia. Que (maus) hábitos são muito difíceis de erradicar. Que os chamados 'direitos adquiridos' são vacas sagradas.
Mas, pergunto eu, que, por circuntstâncias da vida, tenho como amigos jovens (e já não tão jovens) empresários e agricultores, por que raio hão-de os jovens agricultores fazer as contas à vida só por metade?
Eu explico, se algum jovem urbano, citadino, empreendedor (como agora se diz) tem uma ideia de negócio e a quer concretizar não tem, à partida, nenhuma garantia de que o seu plano seja bem sucedido.
Por outro lado, se um agricultor quiser plantar um olival, iniciar uma exploração de porcos ou uma seara, só tem de se preocupar com metade das coisas. Pode chegar a ter metade do dinheiro à cabeça e x por cada porco, espiga ou oliveira.

Na minha modesta opinião é um sistema viciado, muito injusto e com o qual fico encaganitada cada vez que contacto com os chamados 'jovens agricultores' que não fazem a menor ideia do que é arriscar tudo o que se tem sem ter garantia de nada.

Prontes, era aqui uma coisa que me estava atravessada.