quinta-feira, 31 de Maio de 2007

Curtas

F

Já disse o que tinha a dizer.
Estou a ficar farta de ouvir aquela coisa a cair no chão, e do besnico estar sempre a dizer 'é meu!'


C
Foi finalista da pré. Com direito a cerimónia, chapéu e diploma. Está na mesma escolinha desde os 18 meses. Vai para a escola 'dos crescidos'. A psicóloga disse-me que a entrada na nova escola, a correspondência, ou não, às expectativas dela sobre a nova escola e sobre o seu próprio desempenho vão ser fundamentais para seguir em frente sem problemas.
What else is new?
V
Já toma banho sozinha.
Descobriu as alegrias de esfregar-se
com a esponja e de tirar gel do doseador.
(já posso ir arrumando a casa de banho
enquanto ela se lava pois é sempre a
última a tomar banho.

Pois isto do Diabolo foi porque lá em casa
há agora uma fanática que adorou ver os vídeos
e pensei (isto que os neurónios às vezes dão sinal de vida)
que pode ter alguma graça para outra/os progenitores
a braços com uma situação do género.

quarta-feira, 30 de Maio de 2007

ainda mais básico...

a quem interessar...

terça-feira, 29 de Maio de 2007


Afinal foram mesmo Provas de Aflição.
Aflição para os professores que querem fazer bem o seu trabalho e aflição para os pais que se preocupam.

Como é que é possível uma coisa destas?

A F falou nas provas, porque a sala dela foi usada para alunos externos à escola.
Só as vai fazer no próximo ano.
Espero sinceramente que já haja critérios novos.

segunda-feira, 28 de Maio de 2007

Era isto que eu queria agora
especialmente depois de termos decidido e marcado as férias.
Em contagem decrescente, portanto...
Foi burrice minha mesmo. Abri um postal virtual sem querer e, pimba!
Consegui limpar o bicho, mas os soluços só mesmo o ténico é que sabia...
We're back!

quinta-feira, 24 de Maio de 2007

O computador apanhou ontem uma virose (assim como os miúdos, 'tão a ver?).
Limpei-o, mas ainda está com soluços.
Desinstalei os programas de downloads de músicas e de leitura dos blogs enquanto espero a vinda do médico de família...
Estamos assim a modos que de quarentena...

terça-feira, 22 de Maio de 2007

Pois...

Canção nova:

Conheci um Pedro
da cor do carvão.
Por esse Pedro
tive uma paixão.
Que bem me importa
que falem de mim.
Se eu gostei de um Pedro
que era mesmo assim.

Cabeça grande
como um repolho.

Em cada cabelo
tinha um piolho.
Que bem me importa
que falem de mim.
Se eu gostei de um Pedro
que era mesmo assim.

Nariz tão grande
como uma batata.
Em cada narina
tinha uma barata.
Que bem me importa
que falem de mim.
Se eu gostei de um Pedro
que era mesmo assim.

Suspeito que esta é a versão politicamente correcta da canção... E o que eu me ri com as rimas!

Curtas

F
- Mãe, na minha sala vai haver provas de aflição.
- Hoje aprendemos o dililitro.
C
O incisivo superior definitivo começou a nascer sem o outro ter caído. Em vez de o empurrar, crescia alegremente à sua frente. A minha filha parecia um tubarão com filas múltiplas de dentes. Ontem, literalmente, arrancou o dente de leite.
- 'Ó mãe estive aqui a torter o dente e ele caiu! Agora vou pôr debaixo da almofada para amanhã ter uma moeda.'
Dois minutos depois aparece lavada em lágrimas 'O dente... foi pelo buraco do lavatório.'
(afinal não tinha ido)
V
Gosta de avisar que sujou a fralda depois de lá ter metido a mão.
Aos dias de semana berra porque não quer sair da cama, ao fim de semana, àquela mesma hora, aparece ao meu lado a pedir leitinho. Grrrr!
PS
A C está novamente ela própria. Ainda fala nos estranhos, mas já percebeu que nem todos os estranhos são (ou podem ser) maus.

segunda-feira, 21 de Maio de 2007

'sic'

"Nada há de mais ruidoso - e que mais vivamente se saracoteie com um brilho de lantejoulas - do que a política."
Eça de Queirós

sexta-feira, 18 de Maio de 2007

Xô!

Isto hoje começou um bocado down.
Depois melhorou com as achegas desta menina.
Agora, depois de uma bela aulita de hidro, sinto-me mais leve
(é só um sentimento, era bom se fosse real...) e preparada
para animar o pessoal lá em casa e gozar o fim de semana.

'sic'

Também há provérbios:

"Ser mãe é padecer no paraíso."

Aperto

- Mãe, os estranhos podem ser mulheres?
- Não quero ir mais à natação... (percebi depois que não queria era ficar lá sozinha enquanto eu vou buscar as irmãs)
- Os pais daquela menina ainda não foram embora?
- E quem anda à procura?
- E ela está numa casa?
- Está numa jaula? (!!!)
- Amanhã não quero ir ao passeio ao ***. Pode haver lá estranhos.
Anda triste, cabisbaixa.
Já os avós notaram e o meu irmão,temporariamente em casa dos pais também.
Ontem não quis descer do 3º andar para o 2º sozinha.
Andou atrás de mim como um cãozinho até que sentei no sofá. Adormeceu com a cabeça no meu colo.
Já só vemos os noticiários das 23h ou mesmo da meia-noite.
Temos programas fantásticos para os próximos 3 fins de semana.
Também anda preocupada porque vai para o primeiro ano.
Sei que vai passar, mas outras histórias virão.
Tenho uma filha angustiada e sinto que o meu colo já não é suficiente para apagar todas as dúvidas e sustos. Aquela cabecinha anda a mil à hora. Às vezes sai tudo cá para fora no momento, outras vezes só a posteriori, outras ainda são só uns deslizes ou alterações(zitas) nos comportamentos do dia a dia.
:(

quinta-feira, 17 de Maio de 2007

'sic'

Vou iniciar uma secção de Citações. Mais ou menos actuais, mais ou menos clássicas,
ao sabor do momento.
E vai uma:

"Os jornais deste nosso tempo e ainda mais os novos media, e em particular televisão, já não dão notícias. Contam histórias. Em todos os campos e de todas as maneiras, e sobretudo naqueles domínios que ainda se chamam informação. (...) O ingrediente maior do jornalismo narrativo é aliás a não-notícia. Tal como nos romances policiais faz-se de um acumular de pistas falsas, suspeições, insinuações, mas nunca de algo realmente concreto. E todos nós o constatamos diariamente nas televisões com os directos que nada adiantam ao já dito, as entrevistas sem assunto, as análises que divagam sobre coisa nenhuma."
Autor: Moura , Leonel
Tema: Jornalismo
Fonte: Jornal de Negócios
Data: 2007.05.09

Exploração

A F tem uma mochila de rodas. Costuma andar um bocado mais pesada do que devia, mas ela esquece-se das tralhas que põe lá dentro, pra já não falar dos lanches que vão apodrecendo na bolsa de fora. Por enquanto é a única com carrego escolar diário. (quando não tem trabalhos para fazer a mochila fica no carro para o dia seguinte)
A V, com a teimosia que a caracteriza, insiste em levar a mochila até ao carro. É pesada para ela, quando se vira ela não a consegue pôr direita, mas ai de quem a quer ajudar ou aliviá-la da sua carga. Enquanto isso as irmãs vão para o carro frescas e soltas, sem nada nas mãos.
Hoje de manhã cruzámo-nos com uma senhora no passeio que olhou para as duas primeiras e, ao passar por mim (que ia ao lado da V), disse 'coitadinha, a puxar o carrinho'.
Cinco segundos depois ocorreu-me que lhe podia ter dito que é muito mais difícil com os sacos do supermercado, mas nunca me lembro das respostas a tempo.

quarta-feira, 16 de Maio de 2007

Poizé,

“Carta aberta,

Em cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho, o Estado, e muito bem, tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para a Segurança Social.

O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força
de trabalho, é obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para a Segurança Social.

E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muito bem, retira ao meu patrão outros 33 euros.

Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrão pagou, o Estado, e muito bem, fica com 21 euros para si.

Em resumo:
- Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55.
- Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 21.
- Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33.
- Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase metade das verbas envolvidas no caso.

Eu pago, e acho muito bem, portanto exijo:
- Um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro emprego para os meus filhos.
- Serviços de saúde exemplares com um hospital bem equipado a menos de 50 km da minha casa.
- Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o país.
- Auto-estradas sem portagens. Pontes que não caiam.
- Tribunais com capacidade para decidir processos em menos de um ano.
- Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente os impostos.

Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar:

- Reforma garantida e jardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros.
- Polícia eficiente e equipada.
- Os monumentos do meu País bem conservados e abertos ao público, uma orquestra sinfónica.

- Filmes criados em Portugal.
- E, no mínimo, que não haja um único caso de fome e miséria nesta terra.

Na pior das hipóteses, cada 300 euros em circulação em Portugal garantem ao Estado 100 euros de receita.

Portanto, Sr. Primeiro-ministro, governe-se com o dinheirinho que lhe dou porque eu quero e tenho direito a tudo isto.

Um português contribuinte.”


(recebido por mail)

segunda-feira, 14 de Maio de 2007

Eu meme

A convocatória está aqui.
Eu remato assim:

Prognósticos, só no fim do jogo.

(Um "meme" é um " gene cultural" que envolve algum conhecimento
que passas a outros contemporâneos ou aos teus descendentes.
Os memes podem ser ideias ou partes de ideias,
línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais,
ou qualquer outra coisa que possa ser aprendid
facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma".)



Passo a bola a: bichinha, oscar, babe, joaops e aos outros zemés.

Wake me up

A notícia é do Portugal Diário, as notas são mesmo minhas.

"George Michael já não usa calças de cabedal preto, nem canta um dos refrões que mais fez ouvir nos idos anos 80, «Wake me up, before we go go», e que a multidão esperava recordar (esse e o Last Christmas, embora estejamos em Maio) no Estádio Cidade de Coimbra.
Até «Fredoom», música incontornável da sua carreira enquanto vocalista dos Wham!, ficou remetida para o premeditado encore (só um, sovina!), tendo sido um dos momentos mais efusivos de todo o concerto, apenas comparado quando se ouviu outro grande sucesso. E qual poderia ser? «I'm your man» é a resposta, claro. (muito salto, muito braço no ar, muito safanão à frente, atrás e ao lado)
Durante cerca de duas horas (com pausa de 20 minutos pelo meio), George Michael esteve sozinho em palco, trazendo pontualmente para junto de si as seis vozes negras e potentes do coro. (fantástico o coiro)
Sempre a dançar, o enorme palco foi só dele e da impressionante produção multimédia reflectida numa gigantesca tela que caía em slide do cimo da estrutura metálica até ao público.
No relvado e nas bancadas (eu! eu!, e as meninas) estiveram 27 mil pessoas, segundo dados da organização, a assistir ao espectáculo.
Parece que os anos não envelheceram George Michael, apesar desta tournée comemorar os seus 25 anos de carreira. (não é bem verdade...)
Da voz impecável e afinadíssima, à forma como dança e dançava, não esquecendo os inseparáveis óculos semi- escuros que o acompanham desde sempre.
A pose do então embaixador da música pop britânica é a mesma deste concerto. A diferença é que, à data em que os Wham! surgiram, a maioria do público era adolescente ou até criança.
Muitos gostariam de o ter ouvido ao vivo nessa altura de fama e sucesso. (pois!) George Michael, que nunca se dirigiu em português ao público (caiu mal...), reconheceu o atraso da viagem e pediu desculpas pelos anos de ausência: «Foi muito tempo. Mas no final desta noite, quando saírem daqui, espero que me tenham perdoado», disse, dirigindo-se ao público no final de "Father Figure".
O cantor escolheu muitos sucessos da sua carreira para a noite coimbrã. A par, por exemplo, de «Everything She Wants», surgiu «Shoot The Dog» - esta uma crítica aberta à guerra no Iraque, que ficou marcada em palco pelo surgimento inesperado de um Bush insuflável gigante, acompanhado por um cão, também insuflável, com uma bandeira britânica à costas, e em poses no mínimo comprometedoras.
Esta era uma referência à subserviência de Inglaterra de Tony Blair face aos EUA de Bush. Uma imagem satírica que deixou de fazer sentido há escassos dias, quando o primeiro-ministro inglês se despediu do cargo, andava já o cantor por Coimbra a preparar este concerto.
As luzes do palco de George Michael desligaram-se depois da meia-noite, as luzes dos telemóveis da audiência também.
A multidão começou a dispersar para voltar a encontrar-se nas filas de trânsito compacto em direcção à auto-estrada, rumo a casa."

(as gaijas saíram de LX à 1h, fizeram um looongo almoço nas margens do Mondego, passearam pela baixa, foram de bus para o estádio, tiraram uma foto com os d'zert à entrada do estádio, gozaram que nem umas perdidas na bancada, regressaram a pé ao carro porque ficou tudo mais que entupido, só conseguiram comer qualquer coisita em Leiria e chegaram a Lx às 4h)

(os gaijos, tiveram direito a jantarada em minha casa, com indicações expressas de arrumarem a cozinha... o chef pinguim preparou-lhes um belo petisco e tudo muito bem regado)

quinta-feira, 10 de Maio de 2007

Glup

Não ia escrever nada.
Curiosamente este tem sido um caso que tenho acompanhado por tabela, tenho lido nos blogs e oiço na rádio quando estou no carro. E tanta gente consegue pôr em palavras as dúvidas, receios e perplexidades deste caso muito melhor do que eu.
A falta de tempo crónica de uma mãe em hora de ponta evita que esteja atenta aos noticiários prime-time dos nossos canais. O marido half-british vê os noticiários bifes mais ao serão. Fico de tal forma incomodada que não consigo ficar a ver. (o incómodo vem da forma enviesada como as coisas são apresentadas, pelo menos para mim - ainda hoje a CK conseguiu descrever muito bem esse incómodo)
Ontem, se calhar porque jantámos bastante cedo, estávamos todos (é uma casa com 4 elas e 1 ele, mas dá direito a ser no masculino) mais ou menos a ver as notícias (já não sei de que canal, mas para o caso é indiferente).
Às tantas a F diz: 'agora só se fala do caso desta menina inglesa'.
E assim começou uma conversa sobre os cuidados a ter na rua, falar com estranhos, aceitar presentes, boleias etc.
Percebemos que a F tem uma boa noção destes conceitos, para o que contribuiram as visitas da Escola Segura e algumas aulas de Estudo do Meio. Já a C não entendeu tão bem. Mesmo assim a F perguntou 'e se forem os primos que eu não conheço?' 'ó F se não conheces são estranhos, não é?' 'mas os primos de Inglaterra que eu não conheço...' (ficámos a pensar que era por serem de Inglaterra).
Enfim, a conversa foi andando, o tema mudou, que isto das conversas serem como as cerejas é mesmo assim, elas quiseram ir ao andar de cima a casa da avó. Pronto.
Antes de me deitar (a última, como quase todos os dias) fui espreitá-las. A C não estava na cama. Estava na cama com o pai, ambos acordados 'teve um pesadelo por causa da conversa de há bocado', disse o pai. A verdade é que levou imenso tempo a adormecer, eu também, e foi uma noite muito pouco descansada.
De manhã costumamos sair as 4 com o meu pai. Ele toca à campainha e seguimos juntos. As mais velhas foram descendo a escada com ele e eu fiquei para trás a apertar o bibe da V.
Ao almoço (eu vivo no mesmo prédio dos meus pais, trabalho com o meu pai e normalmente almoço com ele) contei-lhe da nossa noite e ele disse-me 'então foi por isso que ela quando chegou à porta da rua perguntou se em Lisboa há estranhos'...
Isto agora devia acabar com uma frase ou um pensamento profundo sobre as nossas crianças e os perigos deste mundo e os medos que lhes passamos e a espontaneidade perdida etc. etc. etc., mas não consigo.
Ainda estou a pensar se devo ou não voltar a falar no assunto, e como.

quarta-feira, 9 de Maio de 2007

Curtas

A F está a ter fichas de avaliação esta semana. Já fez a de Língua Portuguesa, dividida em dois dias. Ontem foi a composição. Disse-me que ao copiar do rasculho ainda apanhou alguns erros. Depois, ao estudar para a ficha de Estudo do Meio (hoje), falámos dos diferentes tipos de prazo de validade das embalagens e identificou o leite pasturizado como o de maior duração.

A C é muito vaidosa. Eu chamo-lhe mesmo pirosa. Hoje apareceu-me com um colar de pedras grandes, que eu imediatamente mandei tirar. Enquanto a penteava na casa de banho mexeu no colar e perguntou 'Mãe, quando eu for velhota já posso usar este colar?'.

A V está numa fase de 'quero, posso e mando'. A frase preferida é 'A Titó' põe, ... tira, ... abre, ... fecha, ... calça, ... descalça, ... veste, ... despe, ...penteia, ... sobe, ...desce, ...come etc. etc. etc. E ai de quem a contraria. E ai dos ouvidos de quem a contraria.
Também gosta de responder em eco: góta, góta vai, vai chim, chim não, não e quejandos.

segunda-feira, 7 de Maio de 2007

Africa Bumper Pack

Eu trouxe-lhes um brinquedo, a sério.
Provavelmente a coisa mais gira e original que vi nos últimos tempos.
São uma cápsulas de gelatina. Dissolvem-se na água do banho e saem lá de dentro animais de esponja.
Do melhor.
***** NEWS FLASH *****
Vou entrar em contacto com eles para encomendar.
Revendo a preço de custo.
Ofereço de prenda de anos aos 'filho(a)s dos blogs'.
Fiquem atentas!

Do fim de semana

Às 6:30h de Sábado aparece-me a V ao lado. 'Qué í ´paí'. E subiu para o meu lado da cama.
Logo a seguir vem a C. 'Mãe, tive um pesadelo.'
O pai pinguim avisa que, se ficam as duas, vai dormir para a cama da C. Foi.
A V começa a pedir leitinho. Levantei-me, dei-lhe o leite e voltámos para a cama.
Voltei a levantar-me às 11h. Nada mau...
Almoço de anos na Ericeira, um dia fantástico, companhia óptima, uma tarde bem passada.
No regresso as minhas filhas resolvem desafiar uns primos para ir lá jantar. Tudo bem.
Chegamos a casa: banhos, pôr a mesa, dar um biberon à V que parecia estar a cair de sono.
Tocam à campainha e ela reanima.
Eles trazem um balde de caracóis e a V é iniciada na prática. Parecia estar a comer grandes ranhocas... eu ria à gargalhada, até porque só vejo comer, sou incapaz. Mas o pai e as filhas (agora as 3) adoram.
Domingo acordamos tarde, todos: almoço em Belém, no sítio do costume. Agora até trazem um digestivozinho para o pinguizão sem ele pedir. Arrependi-me de não trazer a manta do carro. Estava-se tão bem na relva a apanhar sol!
À noite estava tudo de rastos.
Que saudades que eu tinha disto!

sexta-feira, 4 de Maio de 2007

Curtas

Ficaram zangadas, mesmo, quando perceberam que lhes tinha trazido roupa.
(havia um Wolwoorth's do outro lado da rua com tudo muito, muito barato)
Lá consegui distraí-las ao mostrar o ovo de avestruz.

Entretanto a F diz-me ao ouvido 'e aqueles brinquedos que a mãe tinha comprado?'. E eu já não me lembrava. Às vezes compro umas bonecadas nos trezentos e finjo que foram compradas na viagem. Lá enfiei o saco na mala de onde saiu uma boneca de trapos, um pião e uns elásticos de cabelo floridos.





Zangado. É como está o meu pinguim benjamim. E com medo de que eu me vá embora outra vez... se pressente que me estou a preparar para sair sem ela diz logo 'a mãe não vai embora'. Hoje de manhã apertou-me o pescoço e deitou a cabeça no meu ombro quando a deixei na sala. Depois animou com a ideia de ir mostrar as cuecas novas à educadora...

quarta-feira, 2 de Maio de 2007

É esta a

minha SL*. Durante uns dias visto a pele uma uma super-mãe executiva, sempre bem disposta, ultra eficiente, capaz de beber uns copos, dançar até tarde e estar à mesa a trabalhar no dia seguinte... Gosto imenso, e desta vez ouvi um comentário do género 'já te conhecia há algum tempo, mas nunca imaginei que na vida real tinhas 3 filhas...'
No final de Agosto há mais...

Back

São estas as (poucas) provas de que lá estive. E voltei.
Não sei se ou quando lá voltarei, o Kruger ficou-me atravessado,
não ter visto o sol também.
É sem dúvida mais um sítio em que a influência e a presença portuguesas se sentem: nos dois canais tugas no hotel, nos nomes de algumas lojas,
nos nomes de ruas e marinas
e de pratos nos restaurantes portuguese style.