sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

Parece que este é o primeiro postal de Boas Festas de que há registo.
Não sei se é, mas acho-o bonito.
E a frase, embora muito batida e em Inglês, traduz os meus sinceros desejos para toda(o)s que aqui passem por estes dias.
E o meu muito obrigada pelos momentos de partilha, descoberta, cumplicidade, amizade (sim), solidariedade, riso e algumas lágrimas que este bloco me deu no ano que agora acaba.

quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

never ending story

Foi assim que o pai pinguim se referiu à minha sessão diária de embrulhos, que começa por volta das 23h.
Entretanto ultimam-se os preparativos. Este vai ser o primeiro ano em que o jantar do dia 25 é em minha casa. Já preparei, juntamante com mamãe, as ementas, listas de compras, de encomendas a fazer no talho e na pastelaria (descobrimos que a nossa pastelaria de bairro tem um dos Bolos Rei recomendados pela Visão). Já dividimos tarefas, escolhemos receitas e programámos a coisa de modo a concentrar esforços ao máximo, de forma a todos podermos gozar a festa.
Já tornei pública a minha wishlist. Vamos lá a ver se tenho sorte. Apercebi-me de que me enganei na compra de uma Barbie, sem hipótese de troca pois já não há talão.
Entre 21 e 25 sucedem-se os jantares a ritmo frenético. Tenta-se coordenar a agenda com amigos que vivem longe de modo a encaixar um encontro. Lembro-me de tanta gente a quem quero desejar um Natal Feliz e a quem já sei que não vou encontrar tempo para dizer nada. Lembro-me que quero pôr aqui uma foto da árvore e do presépio e ainda não as tirei.

sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

e é para arranjar as unhas?

A cabeleireira invejosa que habita dentro de mim adorou este texto, e também o outro para onde remete. É que ele há informação muito útil...
Admito que, após uma fase de admiração pela senhora, me enerva a arrogância dos textos, o tom de superioridade das intervenções radiofónicas e a permanente sensação que transmite de que se considera acima de tudo e todos.

soci(Nat)al

As minhas filhas têm uma vida social muito preenchida. Sem dúvida mais do que eu...
Sem contar com as festinhas das respectivas escolas e do ballet da F, onde a presença dos pais é desejada por todos, a começar pelos prórios, eis a lista dos eventos:
V: visita ao presépio de Machado de Castro na Sé com passeio de eléctrico, peças de teatro 'qualquer coisa quá-qua´' e 'se eu fosse um peixinho' no Museu do Teatro.
F e C: peça '1, 2, 3 uma colher de cada vez' e ensaio geral d'O Lago dos Cisnes'
as 3: 2 idas ao cinema com os avós
Portanto não se admirem se, nos próximos dias, as deixar ficar em casa a brincar com jogos de que já não se lembram e a ver desenhos animados.

Quero

Um roupeiro igual ao das minhas filhas! (3 módulos com 1 porta, um para cada uma)

segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

Estive lá.

Foi numa tenda, não sei se a tenda.
Apesar de todo o aparato, passei por toda a segurança sem me ter sido pedido para mostrar o convite.

UE/África: Kadhafi apela a cooperação europeia com África para defender direitos das mulheres
7 de Dezembro de 2007, 20:34
Lisboa, 07 Dez (Lusa) - O líder líbio, Muammar Kadhafi, apelou hoje à cooperação entre os países africanos e a Europa no combate às violações dos direitos humanos das mulheres, afirmando que devem ser igualadas aos homens em direitos mas não em deveres.
Falando perante uma plateia de centenas de mulheres, muitas delas imigrantes de países africanos, Kadhafi afirmou que "não se pode esperar que uma mulher grávida vá guiar um comboio nem se espera que um homem engravide ou amamente".
No entanto, frisou "não se pode proibir uma mulher de querer aprender a guiar comboios", defendendo o direito universal à educação e a constituição de associações conjuntas de mulheres europeias e africanas para combaterem as injustiças no tratamento das mulheres.
Kadhafi recebeu as representantes das mulheres numa tenda montada junto ao Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, onde estará instalado em Portugal durante a Cimeira União Europeia / África.
O líder líbio está instalado a escassas centenas de metros do Comando do Atlântico Sul da NATO, um cenário improvável há 20 anos, quando Kadhafi era um dos rostos árabes mais visíveis na contestação à política dos Estados Unidos e dos seus aliados.
As participantes do encontro chegaram, na sua maior parte, em autocarros fretados, alguns com um dístico da embaixada líbia. Até à tenda, um estrado rodeado de tochas e velas conduzia à entrada fortemente vigiada, com detector de metais e membros da segurança líbia e da guarda pessoal de Kadhafi - composta por mulheres - a revistarem as convidadas.
À volta do local do encontro, agentes da Polícia de Segurança Pública e soldados da Polícia do Exército garantiam a segurança do recinto, com a bandeira verde líbia hasteada no Forte.
Quando entrou na sala, Kadhafi, vestido de negro, recolheu aplausos e vivas, com muitas participantes a levantarem cartazes do líder líbio.
Centrado na igualdade de direitos entre sexos, Kadhafi falou durante cerca de meia hora, assinalando que devido às duas guerras mundiais na Europa durante o século XX, "as mulheres viram-se obrigadas a assumir as tarefas dos homens" mas ressalvou que "a igualdade na Europa é só superficial" e que ainda há muito a fazer.
Mas frisou igualmente que, "no mundo islâmico, também há violações dos direitos das mulheres", nomeadamente "nos países reaccionários, as monarquias e os sultanatos, onde as mulheres são como uma peça de mobília em casa".
Para uma plateia composta maioritariamente por imigrantes, Kadhafi afirmou que a Europa deve a África "compensações e um pedido de perdão" pelo colonialismo europeu: "A riqueza dos africanos foi roubada, as minas ficaram vazias, até a fruta foi tirada das árvores para fazer champô em vez de ser comida pelos filhos dos africanos".
"Os africanos na Europa têm direito a partilhar das riquezas que lhes roubaram", declarou.
Uma representante da comunidade guineense presente em São Julião da Barra, Rosa Dembajassi, afirmou à Agência Lusa admirar a liderança de Kadhafi, em oposição aos "33 anos de penitência de Nino Vieira, um presidnete que não vale nada".
Rosa Dembajassi afirmou esperar que os líderes europeus e africanos "se entendam" e ajudem "o povo que está a sofrer".
"Falta água potável e luz. O nosso socorro é o povo português, custe o que custar, só a morte nos pode separar, embora às vezes possamos brigar, como um casal", ilustrou.
APN.
Lusa/fim

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Tipo de Mãe
Resultado : 49
Mãe Despreocupada

Por mais que ame o seu filho prefere o seu próprio bem-estar. Ter um filho significa assumir novas responsabilidades que muitas vezes a impedem de fazer o que gosta.
Existe um equilíbrio entre a sua liberdade e as responsabilidade perante o seu filho ou filha.
(até aqui tudo bem )
Tente encontrar este equilíbrio ou corre o risco de criar um filho com problemas de afecto.
Ser uma mãe “baldas” não significa não gostar do seu filho, significa apenas que aparenta não gostar tanto como outras mães mais dedicadas. Talvez valha a pena repensar as suas prioridades e até pensar na hipótese de dividir tarefas com alguém de confiança.
(what?!)
aqui, via

terça-feira, 4 de Dezembro de 2007

Curtas

A caminho de casa, no carro, apercebo-me de que vou ter de travar.
'Atenção meninas!'
Travo sem grandes sobressaltos.
A F pergunta:
'Mãe, tem de ser com mais força para sair o iceberg?'
'O quê?!'
'O... o... não sei... aquela coisa que sai...'
'O airbag, tontinha. Olha, não me deixes esquecer, que esta eu tenho de pôr no blog.'
C:
'A mãe agora todas as coisas giras que nós dizemos vai a correr pôr nesse bloco...'

Ontem à noite faltou a luz. Estávamos a ver os Sopranos e a gravar a novela para as miúdas. Chapéu, nem uma coisa nem outra. Resolvi adiantar serviço, agarrei numa vela e fui buscar as roupas (delas e minha) para de manhã. Ainda nada.
Acabei por tomar um belo banho à luz de velas.


A banda sonora do Natal:



já com cópias nos carros e em casa dos avós.

segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007

pois...

O artigo está aqui.
É verdade que se lê assim um bocado como o horóscopo, mas não deixa de ser curioso, de nos fazer sorrir e (re)pensar alguns traços do nosso carácter.

humm...

É que veio mesmo a calhar para os lanchinhos de Inverno.
Obrigada!