sexta-feira, 30 de Maio de 2008

new moon

Acabei de falar com a minha mãe ao telefone.
Nada de especial, uma pequena questão logística do fim de semana.
Mas, e isto é que é importante, fiquei a saber que, de acordo com o Sr. J da mercearia e do Sr. M não sei de onde, o tempo melhora definitivamente a partir de terça-feira, com a Lua Nova.
Será? (desde que vi ontem que estão 31 graus em Berlim e 29 em Cracóvia, já acredito em tudo)

terça-feira, 27 de Maio de 2008

a (des)propósito - btw

Account - acc
At the moment - atm
Because - cuz, bcuz, bcz, bcos, bc, or cos
Be right back - brb
Boy friend - bf
By the way - btw
Comment me back - cmb
Can't be assed - cba
Forever - 4eva or 4evr
For your information - FYI
Got to go - g2g or gtg
Hold on - hld on or h/o
Homework - hw, hwk or hmwk
I don't care - idc
I don't know - idk
I love you - ily, luv u, ilu, or luv ya
If I recall correctly or if I remember correctly - iirc
In my opinion - imo
Jokes - jks
Just for laughs - jfl
Just joking - jj
Just kidding - jk
Just to let you know - jtlyk or j2luk
Laugh out loud - lol
Laughing my ass off - lmao
Obviously - ovvi
Of course - ov cors or ofc
Oh my god - omg or (comicly) zomg
Parents over shoulder - pos
Please - plz or plez
Probably - probz, prbly or prolly, or prob
Peace - pce, pece
Rolling on the floor laughing (out loud) - rofl(ol)
Something - sth, s/t, or sumthin
Son of a bitch - sob
Sorry - sry
Talk to you later - ttyl
Tata for now - ttfn
Text - txt
Text back - txt bck or tb
Thanks - thx
Thank you - ty
Tomorrow - tom, 2moz, 2moro, 2mrw or 2mara
What - wat, wut, or wht
Whatever - w/e
What the fuck - wtf

segunda-feira, 26 de Maio de 2008

Curtas

Ácuris.
É que esteve tempo deles por estes dias.
Em miúda diziam-me que quando fazia chuva e sol era tempo das bruxas se pentearem.

fds

Levei algum tempo a perceber o queria dizer fds. Assim como LOL. Só descobri o significado num dos últimos episódios de Californication (bendita série).

Este foi um fds comprido. Com saída na quarta à noite. Bela ideia. As miúdas adormeceram, o que já não acontece numa viagem diurna. Nem o besnico. Aliás mais depressa adormecem as outras do que ela.

Acordámos já lá na quinta. Sem frio mas com chuva. Chuva que durou os dias. Que encharcou calças, botas e meias. Que enlameou tapetes (suspiro). Com direito a lareira e salamandra, e a ver um filme a meio da tarde, a chá e torradas. Ainda assim deu para dois churrascos, passeios e para conhecer o Museu do Pão em Seia. Engraçado para os adultos, e com uma sala infantil muito gira, com direito a cozer uma bolacha (decorativa) e tudo.

Ontem, regresso pelo Portugal dos Pequenitos. Gostei muito. Ainda tinha a memória de um parque decadente, com as casinhas a cheirar a chichi.

Agora está arranjado, limpo, organizado (é para isso mesmo que se paga entrada). Achei imensa graça à misturada de vários monumentos na mesma construção. Até achei giro o parque infantil moderno ao pé da zona de café. Só não gostei dos insufláveis. Não havia necessidade.

quarta-feira, 21 de Maio de 2008

sic

coitadinhas das criancinhas
Pais, psicólogos e até professores, têm-se revezado na televisão, preocupados com a nervoseira das criancinhas perante as provas de aferição. Parece que a “pressão” é muita. Eu, sempre disposta a diabolizar os poderes instituídos em geral e o Ministério da Educação em particular, acho no entanto bem que se façam estas provas, mesmo que não contem para a nota. Entendo que os miúdos devem ser testados, avaliados, classificados e cotejados a nível nacional, pois só assim se tem verdadeira noção do estado da Educação em Portugal e, em especial, da relevância da dicotomia escola pública/colégio privado. Além disso, é uma forma de responsabilizar desde cedo quem, hoje em dia, nasce e cresce amparado por cima, por baixo, enfim, por todos os lados. A sociedade babosa e permissiva que tudo faz para não os susceptibilizar ou contrariar, produto dos danieis de sá desta vida (ou será o contrário?), vai começar a pagar caro tanta preocupação inusitada, tanto cuidado extremo, em suma, tanta mariquice. Os miúdos estão a começar a sair de casa cada vez mais tarde, preguiçosos, acomodados e pouco preocupados em produzirem qualquer tipo de riqueza, se tal implicar demasiado esforço. Se não começarem a adquirir desde já hábitos mínimos de sacrifício, então, preparemo-nos para toda uma geração de amorfos e afins. Cada vez há mais trintões de barba rija que ainda cravam os pais para tabaco e preservativos e que cumprem horário de recolher. Parece que não tem nada a ver, mas estas coisas andam todas ligadas.

Muito bem, como sempre, Aqui

Além de gostar da forma, concordo plenamente. Fiz o meu primeiro exame da vida no 12º ano e a primeira oral na faculdade e foi tarde.

terça-feira, 20 de Maio de 2008

:D

A minha filha mais nova descobriu que tem pelos nas pernas.

segunda-feira, 19 de Maio de 2008

update C

Já foi à escola.
Já andou de escorrega no parque infantil.
Já lavou a cabeça.
Não voltou a vomitar, a sentir-se tonta ou a deitar sangue pelo nariz.
Parece que foi um grande susto sem consequências de maior.
Ainda durmo sobressaltada e a vou espreitar a dormir.
Tenho um aperto no peito quando penso no que poderia ter sido.
Embora não seja crente, acho que há uma protecção cósmica das crianças.

sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Às 13:30h à porta do hospital. Ok, disse eu. Antes disso tive de passar no escritório e mandar uns faxes urgentes (ainda há disso, pois). Deixei lá o carro e fomos de táxi..
Otorrino muito simpático, viu e apalpou o nariz. Tudo ok, excepto o desvio do septo, que poderá, ou não, voltar ao normal com o passar do inchaço.
Agora é mais sopas, descanso e vigilância.
Voltámos para o carro a pé. Comemos uma canjinha na esplanada. Estivemos mais de 40 min para estacionar ao pé de casa.
Agora está ali entretida com a irmã mais velha e uma amiga que veio cá para casa depois da prova.
By the way, a prova correu muito bem.
Muito obrigada pelos vossos comentários aí em baixo, pelos sms e telefonemas. A rapariga até acha que fez anos outra vez.
Eu estou como se me tivesse passado um camião em cima.
Vou ali ver se descanso um bocadinho.

meia a dormir

Nem sabia se ia escrever alguma coisa. Mas a Repolha a desejar que a F fosse dormir descansada por causa da prova de hoje, decidiu-me.
Estou de rastos. Mal dormi. Não como desde ontem à tarde.
Antes do jantar a C estava a esconder-se da V e foi para a cama de cima do beliche. A F andou com a V a fingir que procurava a C e finalmente encontraram-na. Soba e F para cima do beliche e começa a tremer a cama, a fazer um tremos de terra. O trico da grade solta-se, e a C cai de cabeça cá em baixo, aos pés da V.
Eu estava no meu quarto, mesmo ao lado e voei até lá. Percebi que só deitava sangue do nariz, não tinha feridas e disse que não lhe doíam os braços e as pernas. O pai levou-a ao colo para a casa de banho, lavou a cara, bochechou e foi deitar-se no sofá, com gelo na testa (esfolada e com as marcas do entrançado do tapete).
Aí apercebi-me do pânico das irmãs. Choravam as duas e a F dizia que era culpa dela, e logo na véspera da prova. Tentámos acalmá-las. Ao mesmo ia vendo se a C adormecia. Quando me pareceu que estava a adroemcer disse-lhe para se sentar no sofá. Sentou-se e de imediato começou a vomitar, algo muito escuro que me fez entrar em pânico.
O pai foi buscar toalhas e um alguidar e eu fui telefonar. Não tinha o número do doi doi à mão e liguei 112. Mandaram não lhe mexer e esperar pela ambulância. Assim fizemos e a ambulância chegou em 5/10 minutos.
Entretanto a minha mãe desceu do andar de cima, os enfermeiros fizeram a primeira observação e fui eu com ela para o HDE.
Cadeira de rodas, saco de plástico para vomitar e atendimento rápido. Raio-X. Na marquesa do RX vomitou outra vez. O técnico disse-me que não via nada nas radiografias, mas que a médica iria confirmar.
Voltámos à urgência. A médica confirmou que não via nada, mas que por vezes há microfracturas que só se vêm com TAC. Sala de observação. Meia hora depois estava mais desperta e com fome. 2,5 ml de chá de 5 em 5 minutos. Vomitou outra vez, já só o chá que tinha bebido, ainda com uns farrapitos de sangue. 40 minutos de pausa e mais 1,5h de chá. Não houve mais vómitos. Pudemos vir para casa.
A minha prima/tia, anjo da guarda delas nestas coisas, tinha estado incontactável todo o serão, mas já quando íamos para o táxi ligou-me a minha mãe a dizer que ela vinha a caminho do hospital. Esperámos e ainda voltámos lá dentro a confirmar os diagnósticos e tocar impressões com as colegas.
Noite calma para ela, comigo a ir vê-la de hora a hora. Acordou sem fome mas já comeu flocos. Doeu-lhe a cabeça a mastigar. Agora estou à espera que me ligue o anjo da guarda para ir ao hospital para um otorrino lhe ver o nariz por dentro. É verdade, tem o nariz torto, mas não lhe dói.

Cada vez mais acredito que ao menino e ao borracho...

Até logo.

quinta-feira, 15 de Maio de 2008

sic

Gostei de ler

1 – Pedro Passos Coelho é o vencedor anunciado das próximas directas do PSD. Não me refiro a uma vitória no sentido literal, bem entendido. Mas o objectivo de Passos Coelho não é, nem poderia ser, esse. O candidato, que beneficia grandemente de um enorme deficit de expectativas, dificilmente não sairá reforçado do acto eleitoral. Basta-lhe não ser estrondosamente «esmagado». A partir daí tudo jogará a seu favor: a idade, a novidade, a experiência do «padrinho» e sobretudo a enorme probabilidade de a próxima liderança do PSD só vir a gerir o partido até à «débacle» de 2009. Já o disse e repito: dos três candidatos (omito deliberadamente as restantes «non-entities») é o único que pode representar e (consequentemente) vir a ter um futuro a longo prazo. Se tivesse de apostar diria que Pedro Passos Coelho vai ter um. Assim tenha a arte e o engenho para não se colar demasiado aos apoios menezistas.
2 – Santana também não está exactamente morto. Politicamente, diria que é mesmo uma espécie de morto vivo. Nas próximas directas ninguém lhe pede que ganhe (embora esse não seja um cenário absolutamente implausível, até porque o extraordinário submundo do PSD já deu provas suficientes da sua imprevisibilidade). Uma derrota marginal teria todas as vantagens práticas de uma vitória sem nenhum dos inconvenientes que aquela acarretaria. Com um «poleiro» no Parlamento, com um lugar cativo nos media e com um «killer instinct» que nunca perdeu, passaria os próximos meses a conspirar e a fazer a vida negra a um próximo líder do PSD fragilizado por uma vitória inexpressiva. Com os olhos postos num desaire em 2009 que tudo faria para alimentar. E que lhe permitiria voltar ao mundo dos vivos na própria noite das eleições legislativas. Nem George Romero inventava um guião assim.
3 – Paradoxalmente, Manuela Ferreira Leite é portanto a candidata com a vida mais difícil. É obviamente a única que não pode perder. Mas é também a única a que não basta ganhar. Pede-se-lhe que ganhe «por muitos». Qualquer outro cenário coloca-a na situação fragilíssima de não poder controlar a sua própria sucessão depois de 2009 (já o escrevi: Manuela Ferreira Leite será, quando muito, uma líder para atravessar o período de nojo de que o PSD precisa para esquecer as suas insanas derivas dos últimos tempos). Acontece que, para ter sucesso, Manuela Ferreira Leite não pode mostrar tão obviamente ao que vai. Uma coisa é que toda a gente saiba que está numa transitória missão de sacrifício, outra coisa é que toda a gente pressinta o enorme enfado com que se presta a tão ingrata tarefa. Não se mobiliza ninguém com o ar maçado de um Hércules com o mundo às costas.

Da Visão: Cenários
By Pedro Norton
aqui

quarta-feira, 14 de Maio de 2008

sweet 3 1/2

Quer vestir-se sozinha. Até aqui tudo bem. Até vai dar jeito para a praia da escola. Até dá jeito enquanto eu tomo o pequeno-almoço e as outras lavam os dentes e tal. Só que invariavelmente veste as coisas ao contrário: as camisolas, as calças com o fecho no rabo, as meias com o calcanhar no peito do pé. Nem vou ver como veste as cuecas...
O pior de tudo é o bibe.
E o mais pior (como ela diz) é a birra ao não querer ajuda. Eu acho lindamente que fique ali um bom bocado às voltas com as coisas até acertar. Só que de manhã, com o resto do mulherio lá de casa com pressa, é que já não.

terça-feira, 13 de Maio de 2008

update F

Tem a primeira prova na sexta-feira e a outra na terça.
Tempo cronometrado, professores estranhos a vigiar (embora sejam lá da escola).
Acho muito bom que comecem cedo a ter a noção de exame, prova nacional ou o que seja.
Está furiosa porque a irmã nesses dias não vai ter escola.
(Eu consigo organizar-me com ela em casa. E quem não consegue?)

Grau 2
Prova solene, só com a examinadora que vem de Inglaterra, na quarta-feira.
Ensaio geral, aberto à família, no Domingo.
O ano passado não pude assistir. Domingo lá estarei.
(veio-me estragar uns planos de fim de semana, mas paciência)

Acho que se vai sentir em férias depois desta semana e da próxima.
Eu vou deixá-la à vontade, descansar e aproveitar o final do 1º ciclo.

segunda-feira, 12 de Maio de 2008

que dia é hoje?

Hoje quando acordei não sabia que dia era. Não é aquela coisa de acordarmos a achar que é sexta e ainda é quinta. Foi mesmo puxar pela cabeça e não conseguir lembrar-me. Finalmente concluí que era dia de não ter despertador. Até que despertador tocou e a realidade me atingiu.
Tivemos uma festa fantástica no Alentejo. A malta quarentona e cinquentona tem pedalada para dar e vender. Às tantas disseram-me que devia ser a mais nova ali...
Fiquei numa camarata de gaijas com 10 camas. Demais.
O day after até se passou bem, regresso calmo a Lisboa. Jantar ligeiro, deitar cedo. A ressaca está a dar-me 48h depois... Mal consigo ter os olhos abertos.
Adenda: já à hora de jantar, contava eu ao pai que a V tinha dito que tinha sonhado com cavalos (e o meu espanto por ela saber o que é sonhar), quando ele diz 'E vocês sabem meninas que a mãe esta noite chorou? A dormir. Eu até tive de dizer pronto, pronto já passou...' Elas riram, riram, riram e eu fiquei a pensar que talvez por isso a noite não tenha sido de descanso. Não tanto pela ressaca...
(E eu raramente me lembro dos meus sonhos. Não faço ideia do que terá sido)

sexta-feira, 9 de Maio de 2008

coincidência

Logo hoje que me preparo para rumar ao Além Tejo a celebrar os 40 anos da cunhadaquejánãoécunhadamassimgrandeamigaecomadre, recebo o diálogo abaixo por mail...


CONVERSACIÓN TELEFÓNICA ENTRE 2 MUJERES... (de 40 y pico)

- Hola!! Cuéntame... Cómo te fue con tu cita de la otra noche?
- Horrible!!... No sé qué pasó!
- Por qué?.... No te dio ni un beso?
- Si!!!... Me besó tan fuerte y me mordió los labios hasta que pensé que se me iba a explotar el

implante de colágeno.... Entonces me acarició el pelo y se me salieron unas extensiones que
tenía.
- No me digas que terminó ahí?
- Nooo...!!
- Después me tomó la cara entre sus manos, hasta que le tuve que pedir que no lo hiciera más,
porque me estaba aplastando el bótox.
Además, que mis pestañas postizas se le quedaron pegadas en la nariz.
- Y no intentó nada más?
- Sí... se puso a acariciarme las piernas y lo frené porque me acordé que no había tenido
tiempo para depilarme... Al tratar de detenerlo, se me salieron dos de las uñas postizas.
Después le entró un arrebato de lujuria impresionante y me abrazó tan fuerte que casi se le
quedan mis prótesis de las nalgas en las manos y casi me revienta los implantes de silicona de
mis senos.
- Y después qué pasó?
- Que se puso a beber champaña en mi zapato!
- Ay... qué romántico!!!
- Romántico?... por poco se muere.
- Por qué?
- Porque se tragó el corrector del juanete que estaba adentro y casi se ahoga.
- Y después qué paso?
- Puedes creerme que se fue?
- Para mí, era maricón!!!

Bom fim-de-semana!

quarta-feira, 7 de Maio de 2008

plural

Todos os dias, a voltar para casa, me irrito com elas no carro. É o barulho, as cantorias, as embirrações umas com as outras, o
'tou cheia de fome,
'tou cheia de sede.
Esperem até chegarmos a casa.
Não!
É o besnico que está na fase em que quer o que quer, agora e já ou, caso contrário, grita, berra e diz que não, ou que sim, conforme o caso.
Segunda feira, um pouco mais complicado que o normal pois não pude contar com a minha mãe para levar a F ao ballet, lá estávamos nós de regresso a casa, com uma caixa de bolachas compradas na pastelaria enquanto fazíamos horas para ir buscar a mais velha.
Vá, distribuam lá as bolachas.
Eu ainda não comi...
Tens razão, vê lá quantas há
4 (as outras já se tinham alambazado com o resto)
Então ficam 2 para a F e uma para a C e uma para a V.
Começa a V a chorar em altos berros
Quero duas!
Filme, portanto.
Durante estes filmes normalmente refilo com elas falando no plural, e a F muitas vezes se sente injustiçada (e com razão).
Como ia dizendo, lá estava eu a rogar pragas ao S. Expedito que não me fazia encontrar um lugar para o carro e a ralhar com elas por causa das bolachas e dos choros, quando ela diz:
Se fossemos só duas era muito mais fácil... a mãe falava para uma ou no plural.
Porquê? Continuava a ralhar na mesma, e quando fosse uma falava para ela e quando fossem as duas... (aqui calei-me e dei-lhe razão)
Devia haver um plural de 2 e um trural de 3...

segunda-feira, 5 de Maio de 2008

... dia da mãe ...

Pequeno almoço feito a preceito, de acordo com uma conversa na véspera assim como quem não quer a coisa sobre o meu menu diário na pastelaria ao pé da escola. Só que me levantei antes de o tomar na cama. Encontrei o tabuleiro já prontinho.
Saímos de barco para almoçar na outra margem, elas andaram na areia a apanhar conchas e a molhar os pés e andámos na roda gigante em Belém.
Já em casa vieram dar-me os presentes feitos na escola e em casa. Coisas verdadeiramente inúteis, mas isso não interessa nada... Hão de ir para o placard do meu gabinete e elas vão ficar todas inchadas quando cá vierem e os virem.

Na vertente consumista da coisa, tive direito a escolher um swatchinho novo que serve de presente de anos e de dia da mãe (não é o temático, é outro muito mais giro e mais barato)